14 de março de 2011

(...) Uma mulher infeliz por ter amor de menos,

outra infeliz por ter amor demais,

e o amor injustamente crucificado por ambas.

Coitado do amor, é sempre acusado de provocar dor,

quando deveria ser reverenciado simplesmente

por ter acontecido em nossa vida,

mesmo que sua passagem tenha sido breve.

E se não foi, se permaneceu em nossa vida,

aí é o luxo supremo.

Qualquer amor - até aqueles que a gente inventa -

merece nossa total indulgência,

porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, não é ele, SOMOS NÓS.


- Martha Medeiros

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